exposição

Atlântico Vermelho

Pertinência

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A exposição apresenta a produção de 22 artistas afrobrasileiros em fórum específico de afrodescendentes da ONU.

Institucionalidade

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A exposição foi articulada com dois sides events sobre direitos humanos, arte e cultura, que integraram a programação oficial do Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU.

Repercussão

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Diversos meios de comunicação repercutiram a exposição e destacaram sua qualidade, impacto e relevância política, artística e social.

Abrangência

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Além do público circulante na ONU durante o período da exposição, destacam-se os representantes de Estados, autoridades da ONU e ao menos 1.000 membros da sociedade civil de oitenta e cinco países.

Equidade

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Paridade de gênero entre a quantidade de artistas homens e mulheres.

Integração

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A exposição de artes foi articulada juntamente com apresentação musical da cantora afrobrasileira Teresa Cristina, que abriu a exposição e a 3ª sessão do Fórum Permanente de Afrodescendentes.

Presencialidade

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Além do curador e organizadores da exposição, 10 artistas estiveram presencialmente na exposição e nos side events em Genebra.

Pioneirismo

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A realização de exposição inédita, com artistas afrobrasileiros, na sede da ONU em Genebra e a primeira realizada durante uma sessão do Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU.

Impacto

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Entrega de sugestão de cláusula pioneira e específica ao Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU, a ser inserida em futura declaração de direitos humanos, na forma de recomendaçāo, que foi elaborada a partir das discussões realizadas nos side events, que abordou sobre a valorização da arte e da cultura afrodescendente.

Potencialidade

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Pessoas e membros de organizações, do Brasil e do exterior, manifestaram interesse em ampliar o Projeto Atlântico Vermelho. Provavelmente, terá sua primeira itinerância no G-20 Cultural, em Salvador, no presente ano, que ocorrerá no Brasil, bem como na 4a sessão do Fórum Permanente de Afrodescendentes, que, provavelmente, ocorrerá no Brasil. No mais, considerando-se a reconhecida importância da exposição, há possibilidade de reconhecimento público da ONU, com homenagem fixa na sede em Genebra à exposição.

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Atlântico Vermelho

Pertinência

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A exposição apresenta a produção de 22 artistas afrobrasileiros em fórum específico de afrodescendentes da ONU.

Institucionalidade

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A exposição foi articulada com dois sides events sobre direitos humanos, arte e cultura, que integraram a programação oficial do Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU.

Repercussão

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Diversos meios de comunicação repercutiram a exposição e destacaram sua qualidade, impacto e relevância política, artística e social.

Abrangência

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Além do público circulante na ONU durante o período da exposição, destacam-se os representantes de Estados, autoridades da ONU e ao menos 1.000 membros da sociedade civil de oitenta e cinco países.

Equidade

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Paridade de gênero entre a quantidade de artistas homens e mulheres.

Integração

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A exposição de artes foi articulada juntamente com apresentação musical da cantora afrobrasileira Teresa Cristina, que abriu a exposição e a 3ª sessão do Fórum Permanente de Afrodescendentes.

Presencialidade

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Além do curador e organizadores da exposição, 10 artistas estiveram presencialmente na exposição e nos side events em Genebra.

Pioneirismo

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A realização de exposição inédita, com artistas afrobrasileiros, na sede da ONU em Genebra e a primeira realizada durante uma sessão do Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU.

Impacto

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Entrega de sugestão de cláusula pioneira e específica ao Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU, a ser inserida em futura declaração de direitos humanos, na forma de recomendaçāo, que foi elaborada a partir das discussões realizadas nos side events, que abordou sobre a valorização da arte e da cultura afrodescendente.

Potencialidade

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Pessoas e membros de organizações, do Brasil e do exterior, manifestaram interesse em ampliar o Projeto Atlântico Vermelho. Provavelmente, terá sua primeira itinerância no G-20 Cultural, em Salvador, no presente ano, que ocorrerá no Brasil, bem como na 4a sessão do Fórum Permanente de Afrodescendentes, que, provavelmente, ocorrerá no Brasil. No mais, considerando-se a reconhecida importância da exposição, há possibilidade de reconhecimento público da ONU, com homenagem fixa na sede em Genebra à exposição.

A exposição

Esta exposição busca apresentar trabalhos dos mais importantes artistas brasileiros em diálogo com as imagens fabuladas na afro-diáspora

A artista brasileira Rosana Paulino, ao pesquisar imagens de pessoas escravizadas nos arquivos coloniais, escreve em uma de suas obras a frase: Atlântico Vermelho. Com isso, imediatamente pensamos na teoria de Paul Gilroy, que havia usado o termo: Atlântico Negro. Nas relações entre as cores vermelho e negro, percebemos tanto a vinculação do Oceano Atlântico com a história dos africanos quanto o trauma e as dores sangradas na vida de seus descendentes, ainda hoje. Em ambas as expressões residem referências à diáspora afro-atlântica, de deslocamentos de populações inteiras sequestradas em diversos países da África para a maior empreitada de exploração e apropriação subjetiva e econômica perpetrada contra a cultura africana por todo o mundo.

Hoje, vivemos as mazelas dessa necropolítica, considerada por autores como Achille Mbembe, uma política da morte necessária para manter a desigualdade mundial e o capitalismo.

Artistas retomam as imagens transatlânticas para renomear, denunciar e trazer a história para as mãos de quem teve seus ancestrais traficados para diversos países e continentes.

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